domingo, 16 de julho de 2017

Apitó comboio!





Depois de ter sido ilibado em tribunal no, início da semana, no processo da segurança privada, Pinto da Costa teve ontem  outra razão para sorrir. 
Nove anos depois, o Conselho de Justiça da FPF reconheceu que o processo Apito Final ( que deu origem ao Apito Dourado) foi uma invenção de Ricardo Costa, o juiz benfiquista que aplicou dois anos de suspensão a Pinto da Costa e subtraiu seis pontos ao FC do Porto, por alegada tentativa de corrupção do árbitro Augusto Duarte.gou 
( Lembro aos mais distraídos que a acusação alegava que o FC do Porto tinha corrompido um árbitro para não perder o jogo da última jornada em Aveiro, num campeonato em que chegou à última jornada com 20 pontos de avanço sobre o segundo classificado. Vale a pena recordar este facto para se perceber melhor como funciona a justiça portuguesa)
 É verdade que o FC do Porto e Pinto da Costa já tinham sido ilibados pela justiça civil no processo Apito Dourado mas, como na justiça desportiva quem manda é um bando de traficantes vermelhos, só agora o CD veio reconhecer o erro ( em minha opinião não foi erro, mas sim invenção arquitectada por um juiz benfiquista que agiu de má fé)
É verdade que Pinto da Costa já cumpriu a pena e o FC do Porto não será ressarcido, mas a verdade foi reposta. Porquê nove anos depois?


A resposta parece-me evidente. Perante o caso dos mails que provam como o SLB interferiu na classificação e nomeação de árbitros e sobre eles exerceu coacção, o CJ da FPF quer varrer rapidamente para debaixo do tapete este escândalo gerado na Luz, porque têm medo de Pedro Guerra e Luís Filipe Vieira.
Podem vir para aqui os benfiquistas dizer as inanidades que lhes apetecer. Se os comentários forem civilizados nem os eliminarei mas, se vierem clamar a inocência do SLB e falar em portistas corruptos eu mando-os enfiar os apitos  no fundo das costas.
Sim, sou portista com muito orgulho e completamente intolerante com benfiquistas que se armam em anjos puros, inocentes e justiceiros, apesar de a realidade demonstrar exactamente o contrário.

Dia do Postal Ilustrado (62)

Salvador 1973