quinta-feira, 13 de julho de 2017

Memórias em vinil (CLXXXIV)

E  regressamos à bela música francesa dos anos 60 com Salvatore Adamo.
Tenham uma boa noite!

Já chegámos à Tailândia?

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera anuncia que a temperatura mínima para esta noite em Lisboa e Faro será de 25 graus. Temperaturas nocturnas a que não estou habituado desde que deixei a Ásia.
É hoje que vou dormir no terraço, tendo como teto as estrelas e a ouvir as ondas do mar.

Jornalismo? Não. PUTEDO!



Depois da cena de Vítor Rainho, que relatei no post anterior, hoje deparo com esta capa nos escaparates.  Lamento ver  uma jornalista que muito prezo envolvida nesta badalhoquice, mas não posso conter a minha revolta. Isto não é jornalismo, é PUTEDO!

Inventem-se novos jornalistas

Um tipo chega de férias, compra uns jornais para ler  na sala de espera da Fundação Champallimaud, e a tranquilidade  vai-se num ápice.
É que apesar de ser jornalista reformado, continuo a perder  as estribeiras quando vejo que  alguns jornalistas a soldo teimam em denegrir a profissão.
 Eu percebo que os indigentes que se acoitaram nas redações para fazer política, tenham de justificar a prebenda salarial junto do patrão, empolando notícias de caca e romanceando os conteúdos.
Já me custa mais aceitar que, à falta de notícias, inventem culpados onde eles não existem. Como fez ontem, nas páginas do i, Vítor Rainho. Apontar responsabilidades a Constança Urbano de Sousa pelo que se passou na esquadra de Alfragide em 2015, quando ela não era ministra, demonstra falta de imaginação, mas também ausência de dignidade profissional, desrespeito pelos jornalistas em geral e, sobretudo, falta de vergonha nas trombas.