terça-feira, 13 de junho de 2017

Memórias em vinil (CLVIII)

Pareceu-me uma boa escolha para rescaldo de Santo António
Boa noite!

A promiscuidade da(s) Noiva(s) de Santo António



Uma jornalista convida a presidente de um partido para uma entrevista.
Antes, ou no final ( está por esclarecer) a jornalista sugere que falta uma boa candidata para a junta de freguesia  das Avenidas Novas, onde ela reside. Afiança mesmo que com um bom candidato o partido a que a entrevistada pertence, teria todas as hipóteses de vencer as eleições naquela freguesia. E ela, jornalista, até estaria disponível para se candidatar se a entrevistada quisesse.
Ali mesmo, em plena rádio onde (ia decorrer ou decorreu?) a entrevista, a presidente do partido aceita a oferta da jornalista e de imediato a convida para se candidatar. 
No dia seguinte a jornalista demite-se do lugar de chefia na rádio, abandona o jornalismo e torna-se candidata do CDS à Junta de freguesia das Avenidas Novas.
A jornalista é Raquel Abecassis, filha de Nuno Abecassis, o presidente da câmara de Lisboa que até fez algumas coisas positivas, mas também  transformou o Saldanha num braseiro e criou condições para que o Chiado ardesse naquele fatídico 25 de Agosto de 1988.
Não está em causa a honorabilidade de Raquel Abecassis, nem a legitimidade para se candidatar,  mas esta relação leviana entre jornalistas e política encanita-me. 
E corrói a democracia- digo eu...
Entretanto, para mais tarde recordar, aqui fica um  excerto de uma entrevista de Raquel Abecassis a Assunção Cristas.
Excelente momento para reforçar a (falta de) credibilidade de Cristas que há um ano previa o caos para Portugal. 

A traição de Pedro e da (virgem) Maria



Algumas pessoas ficam indignadas quando chamo traidores a Pedro e Maria- a ministra que sempre reage como uma virgem ofendida quando lhe apontam situações obscuras e diversos erros durante a sua governação, que prejudicaram o país e os portugueses.
Este é mais um caso em que Marilú ( provavelmente instigada por Passos) baixou as calças diante de Schaueble e  autorizou o canalha alemão  a fornicar os portugueses, utilizando os gregos como intermediários.
O rebaixamento de Marilú ainda é mais asqueroso, por se saber que Merkel discordava do seu ministro das finanças.
Sintomático é também o facto de Maria Luís Albuquerque desta vez não ter reagido como virgem ofendida, mas sim com um lacónico "não comento".