quinta-feira, 13 de julho de 2017

Inventem-se novos jornalistas

Um tipo chega de férias, compra uns jornais para ler  na sala de espera da Fundação Champallimaud, e a tranquilidade  vai-se num ápice.
É que apesar de ser jornalista reformado, continuo a perder  as estribeiras quando vejo que  alguns jornalistas a soldo teimam em denegrir a profissão.
 Eu percebo que os indigentes que se acoitaram nas redações para fazer política, tenham de justificar a prebenda salarial junto do patrão, empolando notícias de caca e romanceando os conteúdos.
Já me custa mais aceitar que, à falta de notícias, inventem culpados onde eles não existem. Como fez ontem, nas páginas do i, Vítor Rainho. Apontar responsabilidades a Constança Urbano de Sousa pelo que se passou na esquadra de Alfragide em 2015, quando ela não era ministra, demonstra falta de imaginação, mas também ausência de dignidade profissional, desrespeito pelos jornalistas em geral e, sobretudo, falta de vergonha nas trombas.

2 comentários:

  1. Pantomineiros. Não dou bola a essa corja.

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  2. Já não têm decoro nenhum. Estou a ser muito meiga.

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