segunda-feira, 19 de junho de 2017

Qual calor, qual carapuça!

Este fim de semana as temperaturas ultrapassaram os 40º em Lisboa. 
Acha mesmo que esteve um calor infernal e o único refúgio era a beira mar, ou ficar em casa no remanso do ar condicionado?
Impressão sua.  
Ontem,muitos portugueses mantiveram a tradição dominical e estiveram a comer cozido à portuguesa. Eu vi!
Como também vi centenas de idiotas esparramados na praia como bacalhaus na seca, apesar dos alertas vermelhos e da alta intensidade dos raios UV.
A incúria poderá resultar em insolações, cancros de pele e outras doenças Se por acaso alguém morrer a culpa é de quem?
Já agora, por favor, alguém avise aquela senhora com ar de propagandista da Nutribalance que todos os dias passa  à minha porta,  por volta do meio dia, que correr àquela hora, com estas temperaturas, é capaz de não ser boa ideia. 

9 comentários:

  1. Também tenho dificuldade em compreender os adoradores do sol na praia o dia inteiro. Talvez venham de longe.
    Quando estou no Algarve, tenho a praia mesmo “ali”, por isso posso dar-me ao luxo de ir para a praia por volta das 9, regressar a casa pelas 11:30 e voltar depois das 15h.
    O perigo é evidente. O sol, o fumar....

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    1. Não é uma questão de distância, Catarina. E mesmo que fosse, não justifica que a pessoa se exponha ao sol das 8 às 20. E eu conheço várias pessoas aqui na Linha que o fazem todos os fins de semana e durante parte das férias.

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  2. Esturricar ao sol para se mostrar que se esteve na praia.
    É tão estúpido que até custa escrever.
    Aqui é o oposto, como o Carlos bem sabe.
    Fogem do sol, andam de guarda-chuva aberto na rua para se proteger do sol.
    Vá-se lá entender o ser humano e as suas manias...

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    1. E na Austrália tomam banho de t shirt, Pedro. É mais uma questão de ignorância e falta de educação cívica

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  3. Hoje em Düsseldorf temos 34 graus.

    Só posso esturricar ao sol nas piscinas, nos parques, nos jardins ou no meu terraço.

    A minha mãe também fugia do sol como o 😈 diabo da cruz.

    Tentar entender o ser humano é uma missão difícil, embora divertida, porque sem as suas manifestações habituais de loucura, o mundo era um lugarzinho insípido.

    Nunca gostei do Verão que enlouquece os mais desprevenidos.

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    1. Eu gosto do Verão, mas não me comporto como um bacalhau morto

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  4. Antigamente as senhoras andavam de guarda-sol para não se queimarem. Os nossos antepassados sabiam muito mais do que nós. Na minha zona ainda hoje se chama guarda-sol e não guarda-chuva. Eu será porque lá com o calor até o chão tremeluzia com as ondas de calor.

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    1. Na minha zona, na época das chuvas, chamávamos “guarda-chuva” e no verão, “guarda-sol”, ou “chapéu-de-chuva” e “chapéu-de-sol”. : )

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  5. Na minha zona usava-se a terminologia da Catarina

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